Texto 1
Herói Esponjoso
Ele não é forte [...]. Não tem poderes e muito menos habilidades especiais. Mas seu charme e jeito atrapalhado conquistam fãs até debaixo d’água. [...]
É fácil cair na gargalhada com o astro da série que tem até nome engraçado: Bob Esponja Calça Quadrada.
Ele vive em uma cidade no fundo do Oceano Pacífico chamada Fenda do Bikini e mora em um abacaxi enorme. Seu companheiro é o pacato Gary, um caramujo que mia.
Durante o dia, Bob trabalha como cozinheiro em um restaurante, preparando o prato preferido de toda a turma submarina: hambúrguer de siri. Ele está sempre rindo e mostrando os dentões, pois nada atrapalha seu bom humor. [...]
Mas, mesmo levando a vida numa boa, Bob não escapa de algumas confusões. Às vezes fica em apuros, porque esquece a receita dos hambúrgueres [...]. Nessas horas, ele sempre conta com a ajuda dos amigos, como Patrick, a estrela-do-mar, e Sandy [...].

Texto 2


01) Esses textos são parecidos porque

Texto 1
[...] Durante o dia, Bob trabalha como cozinheiro em um restaurante, preparando o prato preferido de toda a turma submarina: hambúrguer de siri. Ele está sempre rindo e mostrando os dentões, pois nada atrapalha seu bom humor. [...]

02) No quarto parágrafo do Texto 1, a terminação “-ões” na palavra “dentões” indica

Imagem espetacular de milhares de golfinhos juntos é captada por drone [...]
Um show da natureza. Milhares de golfinhos foram flagrados nadando juntos, por um drone.
A família gigante passeava este mês pela Baía de Monterey, na Califórnia, Estados Unidos, quando foi filmada [...].
“Neste dia vimos milhares e milhares de Golfinhos Comuns de Bico Longo espalhados por quilômetros! [...]”.
“Você já viu milhares de golfinhos se unirem e formarem um megagrupo?”, questiona o perfil que postou o vídeo.
E a imagem é libertadora. Sabe aquela sensação de liberdade, de alegria e de vida? É isso que a gente sente ao assistir ao vídeo.
“Você nunca sabe que tipo de paisagens incríveis verá ao embarcar em um barco”, lembra o perfil.
No vídeo não dá para distinguir o tamanho nem a idade dos golfinhos. Mostra a dança dos mamíferos na água fazendo a rota migratória dos peixes das regiões que servem de alimentos para eles. [...]
E esses agrupamentos fantásticos chegam a ter mais de 1.000 golfinhos.
Imagina presenciar essa cena?
O vídeo está correndo o mundo pelas redes sociais e impressionando quem assiste.
“Uma visão incrivelmente bela”, comentou um seguidor.

03) Qual é o assunto desse texto?

[...] “Neste dia vimos milhares e milhares de Golfinhos Comuns de Bico Longo espalhados por quilômetros! [...]”.

04) No terceiro parágrafo desse texto, no trecho “‘Neste dia vimos milhares e milhares de Golfinhos...’”, a forma verbal destacada foi utilizada para indicar


05) Esse texto é

O laboratório
Adoro praia.
Adoro ficar na areia, passar horas no mar, andar de lá pra cá, tomar muitos sorvetes, perder o olhar no infinito, mas, de verdade, o que eu acho mais encantador na praia é o laboratório de gente a céu aberto. Tem absolutamente de tudo [...].
Há algo no clima da praia [...]. Tem gente que ri muito alto, tem gente que conta seu caso engraçado, triste ou romântico pra praia toda sem precisar de megafone [...].
Tem o pessoal do futebol e do frescobol. A praia é pequena, está lotada, mas os esportistas (só do verão) resolveram bater uma bolinha. Meu olhar ameaçador, [...] impede que qualquer um resolva bater essa bolinha na minha frente, tampando a minha vista do mar e ainda correndo o risco de me acertar. Sempre guardam distância da minha cadeira e eu rio por dentro enquanto mantenho a cara assustadora. [...]
E, por fim, há os silenciosos como eu. Levam livro e óculos escuros para parecer que não estão prestando atenção à sua volta, mas claro que estão.

06) Entende-se desse texto que a narradora gosta de

07) Essa história acontece na

08) Nesse texto, há uma opinião no trecho:

Por que sentimos choque quando batemos o cotovelo?
Bater o cotovelo na beiradinha da mesa e sentir um incômodo não é nada legal, né? Tem gente que sente choque, formigamento e até dor. Mas será por que isso acontece?
Bom, essa sensação que sentimos ao bater o cotovelo é chamado de parestesia. Isso mesmo, PA‑RES‑TE‑SIA! É um tipo de dormência ou formigamento que sentimos por um curto período de tempo, que aparece geralmente quando algum nervo é pressionado. Os nervos permitem que alguns movimentos sejam controlados, e também, que o nosso cérebro receba informações sobre algumas sensações, como a de um carinho, a de uma superfície gelada e até a de dor.
Quando batemos o cotovelo, o nervo ulnar é diretamente estimulado e um impulso elétrico é enviado ao cérebro – e é aí que sentimos como se fosse um choque ou uma dor estranha. Esse nervo passa pelo ombro, desce pelo braço, passa no cotovelo e termina nos dedos anular e mínimo. No seu percurso, ele é coberto por várias camadas de pele e pelos músculos, porém na região do cotovelo ele fica menos protegido e por isso é tão fácil pressioná-lo em uma quina por aí.

09) Esse texto foi escrito para

10) Nesse texto, no trecho “Quando batemos o cotovelo,...” (3º parágrafo), a palavra em destaque estabelece relação de

Conheça os mamíferos que, ao contrário dos coelhinhos, realmente botam ovos
Quem é especialista em Páscoa sabe: é o Coelhinho quem entrega os ovos de chocolate para as crianças [...]. Não há, por exemplo, registros de alguém que tenha efetivamente visto este coelho fabricando, transportando ou deixando estes presentes. Mas isso não é, de forma alguma, motivo para duvidar da sua existência.
Alguns adultos são mais difíceis de ser convencidos. Um dado que eles sempre apontam é o de que coelhos são mamíferos, e mamíferos não botam ovos. Se você tem um adulto desses em casa, este texto vai ajudá-lo a argumentar. Comece dizendo que coelhos realmente não põem ovos, mas que há dois mamíferos que fazem isso.
“Estamos falando do ornitorrinco e da equidna, que apresentam a reprodução chamada de ovípara. O desenvolvimento do filhote é iniciado no útero, dentro do corpo da fêmea, mas, para completar suas estruturas, forma-se uma casca protetora (o ovo), e o desenvolvimento segue externamente”, afirma Louise Schiatti, bióloga e educadora ambiental [...].”.
O ornitorrinco tem um bico que mais parece coisa de pato. É que, como eles são animais semiaquáticos, ou seja, que vivem entre a terra e a água, eles precisam de adaptações do corpo para [...] se locomoverem e se alimentarem. [...]
A equidna é outro mamífero que bota ovos. Os cientistas achavam que ele pudesse estar extinto, mas no final de 2023, indivíduos dessa espécie foram avistados na Indonésia. “Por ser um animal terrestre, as adaptações encontradas nesses indivíduos são para oferecer proteção e auxiliar no encontro dos seus alimentos”, diz Louise. [...]

11) Qual é o assunto desse texto?

12) Nesse texto, no trecho “‘... para oferecer proteção e auxiliar no encontro dos seus alimentos’...” (5º parágrafo), o termo destacado substitui

Entre vizinhos
A gente vive numa troca contínua de alimentos com o vizinho:
– Lu, tu tem três dentes de alho pra me emprestar?
– Tenho até mais!
Lá vai ele pra cozinha e volta com uma cabeça inteira.
– E um tantinho de azeite?
Sem o Luciano nossos pestos nunca iriam sair. Depois de preparado, levo um potinho pra ele e garanto assim sua boa vontade para colaborar com futuras refeições e sobremesas.
– Comprei o creme de leite que a Morena estava precisando no outro dia – ele diz. – A próxima vez que quiser fazer torta de limão é só pegar aqui…
[...] E a lista pendurada na geladeira testemunha nossa boa intenção de (um dia) devolver tudo: 5 cabeças de alho, meio pacote de arroz, um litro de leite, pães franceses no valor de 2 reais e 19 centavos, 3 pitadas de sal, dois tantinhos de azeite, 36 ovos e assim por diante.
Tá tudo documentado, viu, Lu? Pode deixar, que, no momento menos esperado, reencheremos sua dispensa!

13) Em qual trecho desse texto há marcas características da informalidade?

14) Nesse texto, a palavra “tantinho” (5º parágrafo) foi usada para

Corujas
As luzes da lua
clareiam as sombras,
e as vozes das aves
que voam nas noites
escuras, escuras,
suspiram, sussurram:
Mu‑ru‑cu‑tu‑tu…

Nas torres, nos ramos
das árvores quietas,
serenas corujas
dos olhos redondos
espiam, espiam,
espreitam, espreitam.
“Mu‑ru‑cu‑tu‑tu…” [...]

15) O recurso utilizado no verso “‘Mu‑ru‑cu‑tu‑tu…’” (1ª estrofe) serve para

A Princesa e o Labirinto
Era uma vez uma princesa chamada Isabel. Ela era linda e bondosa, mas também muito curiosa. Isabel passava seus dias lendo histórias de aventura e sonhando em viver uma delas.
Um dia, ela decidiu explorar o castelo e os jardins. Isabel caminhou por corredores e escadarias, admirando as belas pinturas e esculturas. Ela passou por uma porta secreta que levava a um labirinto no jardim. Isabel estava fascinada e decidiu entrar no labirinto para explorá‑lo.
Isabel caminhou pelo labirinto, admirando as plantas e flores ao redor. Ela se perdeu no labirinto e começou a ficar preocupada. De repente, ela ouviu uma voz. Era uma fada que se apresentou como a guardiã do labirinto. A fada contou para Isabel que ela estava presa no labirinto e só poderia sair se encontrasse a chave da saída.
Isabel ficou animada com a ideia de uma aventura e decidiu procurar a chave. Ela seguiu as dicas da fada e caminhou pelo labirinto. Isabel encontrou várias dificuldades [...], mas ela não desistiu e continuou procurando.
Depois de muita busca, Isabel finalmente encontrou a chave da saída. Ela a usou para sair do labirinto e voltar para o castelo. Isabel estava muito feliz por ter vivido sua própria aventura e agradeceu à fada pela experiência. [...]

16) Nesse texto, no trecho “Ela a usou para sair do labirinto...” (5º parágrafo), a palavra destacada substitui

A história de João e Din Din: pinguim resgatado visita seu salvador após 5 anos sem vê-lo
[...] Em 2011, João Pereira de Souza, morador de Ilha Grande, no estado do Rio de Janeiro, encontrou um pinguim [...] na praia perto de sua casa [...]. Nesse dia, João chegou em casa com a ave, a limpou e a alimentou com sardinhas. Já apegado ao bichinho, começou a chamá-lo de Din Din. Chegada a hora de devolver o animal à natureza, João o acompanhou até a praia para que ele voltasse ao mar. Entretanto, para sua surpresa, o pinguim resolveu ficar. [...]

17) Nesse texto, o trecho “... começou a chamá-lo...” (1º parágrafo) é um exemplo de linguagem

Querida Talita,
Fiquei muito feliz em receber notícias suas! [...]
Como vai a escola? Espero que você esteja estudando direitinho e aprendendo bastante, pois é muito bom aprender.
Eu estudei muito na escola e hoje sou advogada! Eu trabalho e ainda estudo, pois meu sonho é ser juíza. Para isso, tenho que passar em uma prova muito difícil, mas [...] vai dar tudo certo.
Assim como você, tenho uma irmã chamada Mariana, que é minha grande amiga! Também tenho um irmão chamado Rodrigo [...]. Além da Mariana, tenho as melhores amigas Nataly e Aline! [...]
Gostei muito de saber sobre a sua cidade. Aqui, no Rio de Janeiro, está um clima bom, um pouco friozinho, mas sem chuva. Minha cidade é muito bonita, vou mandar uma foto para você ver o que tem aqui perto da minha casa. Também gostaria de receber fotos suas e da sua família.
Beijos e mais beijos da madrinha Juliana!

18) Esse texto é

Uma casa no parque
A saga da tartaruga
Naquele dia, chovia, chovia, chovia.
E atrás do atrás do baú das fantasias,
a nossa amada Dona Êmia
encontrou uma antiga fotografia. [...]

19) Nesse texto, no verso “Naquele dia, chovia, chovia, chovia.” (1ª estrofe), a expressão destacada foi utilizada para




20) Esse texto serve para

Texto 1
Projeto Meio Ambiente: alunos aprendem a fazer papel reciclado e realizam divulgação sobre o bom uso da água [...]
Papel reciclado, urso panda, leão e onça, feitos com papelão. Araras de papel e um regador feito com garrafa pet. Esses são alguns dos materiais produzidos pelos alunos da Escola Municipal Odette Young Monteiro, no Bonfim. [...]

Texto 2


21) A informação em comum entre esses textos é

22) O objetivo comunicativo do Texto 2 é

O menino que colecionava sonhos
Capítulo I
Antony acordou cedo.
– Domingo! – Exclamou [...].
Em sua cabeça começou a repassar uma a uma as tarefas que havia programado para seu dia. Não havia uma sequência muito lógica [...]. Suas tarefas eram divertidas e ninguém precisava obrigá-lo a fazer nenhuma delas. Entre elas estavam escalar uma árvore, cavar um túnel em algum monte de areia que encontrasse na calçada, lavar suas bolinhas de gude e muitas outras coisas que só os meninos da idade dele entendiam [...]. O importante para ele era se divertir. [...]
Antony virou-se de lado em sua cama. De longe, viu seu reflexo no pequeno espelho que ficava fixado na parede ao lado da cômoda. Sorriu.
Não que estivesse feliz. O que ele queria mesmo era ver seu novo dente que começara a nascer e aos poucos ia tampando sua “janelinha”. No mais, tudo permanecia igual. [...]

23) O narrador desse texto

24) Entende-se desse texto que Antony

Cidade chinesa de 4 mil anos atrás tinha sistema antienchentes
Engana-se quem acredita que o encanamento é uma invenção recente. Alguns dos primeiros “canos” eram de cerâmica e datam da Idade do Bronze – 3 mil anos atrás, aproximadamente. Eles eram feitos do mesmo jeito que artesãos fazem vasos hoje em dia, moldando argila em uma plataforma giratória.
Esses cilindros vazados eram justapostos para construir um tubo maior – como crianças entediadas em um restaurante, que prendem vários canudinhos um no outro para formar um só canudo gigante.
A maioria dos sistemas de encanamento do mundo primitivo eram voltados à irrigação, mas um assentamento urbano na China Antiga pensava diferente: eles criaram algo como os nossos bueiros, para drenar a água das chuvas intensas que caem na região.
Um novo estudo [...] descreve a descoberta deste que é o mais antigo sistema de canos de cerâmica já encontrado no leste asiático.

25) Nesse texto, no trecho “... para drenar a água das chuvas intensas...” (3º parágrafo), a palavra destacada foi usada para indicar

26) Nesse texto, no trecho “Engana-se quem acredita que o encanamento é uma invenção recente.” (1º parágrafo), a linguagem predominante é