Rebeca é prata, e Flávia vai ao pódio pela 1ª vez com bronze no solo
Rebeca Andrade e Flávia Saraiva alcançaram mais um feito histórico para a ginástica artística do Brasil neste domingo (8). Pela primeira vez, o país tem duas atletas no mesmo pódio de um Campeonato Mundial. No solo, última prova feminina na Antuérpia (BEL), Rebeca ganhou prata e Flávia, o bronze, em um dos momentos mais emocionantes da história do esporte nacional.
Por muito pouco Rebeca não repetiu o que fez no salto e desbancou Simone Biles. Ela se apresentou depois e tirou nota 14,500, ficando a apenas 0,166 da norte-americana, que volta para casa com sua quarta medalha de ouro neste Mundial. Flavinha faturou o bronze, sua primeira medalha na carreira em Mundiais, com nota 13,966.
Já para Rebeca, a prata é a quinta medalha só neste Mundial. Em uma competição, ela ganhou tantas medalhas quanto tinha o antigo recordista nacional. Diego Hypolito, que faturou cinco ao longo de nove anos. Na Antuérpia, Rebeca foi prata por equipes e no individual geral, ouro no salto, bronze na trave, e agora a prata no solo.
Como ela já tinha quatro medalhas em Mundiais – ouro no salto e prata nas assimétricas em 2021, ouro no individual geral e bronze no solo em 2022 – chegou a nove neste tipo de competição. Rebeca é somente a 11ª ginasta de todos os tempos a ter conquistado medalha em todos os aparelhos, já que ganhou o bronze na trave mais cedo. Neste século, só a terceira.
Já Flavinha conquistou, finalmente, sua primeira medalha individual em uma grande competição adulta. [...]
Antes dela vieram Daniele Hypolito (2001), Daiane dos Santos (2003), no solo, Jade Barbosa (2007 no individual geral e 2010 no salto) e, finalmente, Rebeca. No masculino, os medalhistas são Diego Hypolito, Arthur Zanetti e Arthur Nory. [...]
01) O objetivo desse texto é
Rebeca é prata, e Flávia vai ao pódio pela 1ª vez com bronze no solo (Texto acima)
02) De acordo com esse texto, atletas brasileiras alcançaram um feito histórico para a ginástica artística porque
Por muito pouco Rebeca não repetiu o que fez no salto e desbancou Simone Biles. Ela se apresentou depois e tirou nota 14,500, ficando a apenas 0,166 da norte-americana, que volta para casa com sua quarta medalha de ouro neste Mundial. Flavinha faturou o bronze, sua primeira medalha na carreira em Mundiais, com nota 13,966.
03) Nesse texto, no trecho “Ela se apresentou depois...” (2º parágrafo), a palavra em destaque refere-se a
Em busca da cidade esquecida
[...] Os primos Paulo, Aninha, Tiago e João resolveram fazer uma pesquisa sobre a história da cidade maravilhosa e pediram a ajuda de seus avós, cariocas de coração.
Eles adoraram o convite! [...] A avó tomou a palavra:
– Vamos embarcar numa máquina do tempo e conquistar uma cidade esquecida! Todos prontos para o passeio?
Desceram até a rua e a avó anunciou que a máquina estava chegando.
– Mas, vovó, eu só vejo um ônibus!
– Isso é porque você ainda não aprendeu a usar os olhos da imaginação, Tiago. Suba logo que esse ônibus vira máquina do tempo num instante. É só querer!
– Muito bem, meninos! – começou o avô. – Estamos em 1896… Temos que descobrir como era a Cidade do Rio de Janeiro naquela época. [...]
A avó continuou:
– Pois é. Naquele tempo, Botafogo era o bairro elegante do Rio [...].
O ônibus/máquina do tempo deixou-os na Praça 15. Até o início do século 20, era ali o centro da vida da cidade. [...]
Diante dos olhos dos meninos, estavam detalhes que sobraram da cidade colonial: o arco do Teles, o chafariz do mestre Valentim, o palácio dos vice-reis – que hoje conhecemos como Paço Imperial. E podiam imaginar, com a ajuda de fotografias e desenhos que a avó mostrava, como era a praça no passado. Tão diferente! [...]
Tinham chegado à Avenida Rio Branco. Visitaram a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Teatro Municipal [...]. Tinham mesmo a impressão de estar viajando no tempo e, ao olhar a cidade, podiam imaginar a vida dos que viveram muito antes deles!
04) Essa história começa quando
Diante dos olhos dos meninos, estavam detalhes que sobraram da cidade colonial: o arco do Teles, o chafariz do mestre Valentim, o palácio dos vice-reis – que hoje conhecemos como Paço Imperial. [...]
05) De acordo com esse texto, o palácio dos vice-reis hoje é conhecido como
Parênteses
Uns dias atrás reencontrei um amigo querido que não via há um par de anos. [...] Tínhamos muita conversa para colocar em dia [...]. E o papo renderia pelo resto do dia, em diferentes redutos da cidade, uma verdadeira excursão de reconciliação do meu amigo imigrante com a cidade onde viveu por uns 20 anos.
Como nossas pernas, a conversa ia e vinha, muitas vezes abrindo parênteses extensos que enveredavam por outras temáticas, outras vidas. Aliás, se me permitem um aparte, tem gente que é assim: gente de parênteses. A prosa é moderna, não linear, vai pra cima e pra baixo, pra direita e pra esquerda, dá saltos temporais, flashbacks, abre sótãos e porões, e lá pelas tantas o cidadão estaca: “Onde é que eu estava mesmo??”. E retoma o fio da meada e toca pra adiante. Ou não. Às vezes aquele “onde estava” se perde no multiverso da fofoca.
Frequentemente o interlocutor precisa estar muitíssimo atento para não se ver sem rumo no palavrório que flui com a naturalidade de uma enxurrada verbal. Há pessoas de temperamento mais sensível que podem ficar ofendidas se, depois de dar voltas e mais voltas, nos perguntarem “Do que é que eu estava falando mesmo?” e a gente não souber responder. [...]
É claro que é preciso adicionar à problemática a questão crescente da fragmentação da nossa capacidade de concentração, motivada pelo excessivo tempo gasto em redes sociais, que obrigam nosso cérebro a pensar saltitando. Elas nos proporcionam tanto uma quantidade maior de assuntos (no mais das vezes superficiais, do tipo “Eu li só o título, mas acho que era isso”) quanto uma capacidade menor de nos aprofundarmos neles. O que talvez nos faça ir pulando de tema em tema sem jamais esgotarmos nenhum. [...]
Parece-me, inclusive, que a esta altura já abri um parêntese dentro do outro parêntese e dentro do outro em digressões sequenciais. Mas, como estou escrevendo e não falando, tenho o recurso de voltar ao início do texto e verificar sobre o que seria essa crônica, salvando-me assim do temerário “Onde é que eu estava mesmo?”. Ah, sim, a crônica seria sobre a visita do meu amigo e nossa excursão conversatória pela cidade, uma narrativa não muito extensa sobre cores e sabores, lugares e pessoas, risos e engasgos. Mais substantivos do que verbos, planejei. Mas pelo visto gastei todo o meu espaço com parênteses.
06) O narrador desse texto
Parece-me, inclusive, que a esta altura já abri um parêntese dentro do outro parêntese e dentro do outro em digressões sequenciais. Mas, como estou escrevendo e não falando, tenho o recurso de voltar ao início do texto e verificar sobre o que seria essa crônica, salvando-me assim do temerário “Onde é que eu estava mesmo?”. Ah, sim, a crônica seria sobre a visita do meu amigo e nossa excursão conversatória pela cidade, uma narrativa não muito extensa sobre cores e sabores, lugares e pessoas, risos e engasgos. Mais substantivos do que verbos, planejei. Mas pelo visto gastei todo o meu espaço com parênteses.
07) A linguagem utilizada no último parágrafo desse texto é comum em
O impacto dos carros elétricos no meio ambiente: redução de gases poluentes
Aumentam as demandas por investimentos em tecnologias capazes de diminuir os impactos e os efeitos das mudanças climáticas, e o crescimento no uso de carros elétricos tem papel fundamental nisso.
Diversos países, incluindo Reino Unido e Estados Unidos, instauraram regras que preveem a erradicação da venda de veículos movidos a combustão dentro de alguns anos. Essa iniciativa incentiva a adoção de novos meios de transporte, impactando a venda dos veículos movidos a energia elétrica.
Os carros elétricos são excelentes alternativas sustentáveis, uma vez que diminuem a emissão de CO2 na atmosfera de modo considerável. [...]
O carro elétrico precisa ser pensado em duas etapas: produção do veículo e utilização, quando ele já está rodando com o novo dono.
Na primeira etapa, a produção do veículo ainda necessita realizar a emissão de gases poluentes. Apesar disso, esse processo nem se compara com o processo de fabricação de um veículo comum.
Na fabricação de um veículo eletrificado, o que pode gerar maior emissão de gases nocivos é o processo de fabricação da bateria e da primeira carga que ela recebe. No entanto, isso pode variar conforme a origem da fonte de energia que ela irá receber. [...]
Ainda que o processo de fabricação dos carros elétricos emita poluentes, o valor ainda é muito abaixo em comparação com a produção de um carro movido a combustão. [...]
O grande impacto gerado pelo uso de carros elétricos está na diminuição de gases tóxicos na atmosfera. Os veículos movidos a combustão liberam resíduos como monóxido de carbono, dióxido de carbono e dióxido de enxofre durante a utilização.
Com o uso de carros elétricos isso não acontece, uma vez que esses gases se formam apenas no processo de queima de combustíveis fósseis, como gasolina e diesel. [...]
A longo prazo, investir em carros elétricos é uma excelente forma de diminuir impactos na natureza, gerando uma vida mais saudável e sustentável para todos.
08) Esse texto é uma
Na primeira etapa, a produção do veículo ainda necessita realizar a emissão de gases poluentes. Apesar disso, esse processo nem se compara com o processo de fabricação de um veículo comum.
09) No quinto parágrafo desse texto, no trecho “... esse processo nem se compara com o processo de fabricação de um veículo comum.”, a palavra em destaque refere-se à
Da vaidade à vitalidade: o autocuidado redefine a força masculina
O mercado de beleza e cuidados pessoais voltados ao público masculino vive um tempo de expansão e redescoberta. Segundo projeção da Grand View Research (2024), o mercado global de beleza masculina deve crescer 9,1% ao ano até 2030, impulsionado por rotinas de bem-estar, prevenção e hábitos mais saudáveis. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC, 2023), os produtos destinados aos homens já representam mais de 10% do consumo nacional de higiene e beleza. Esse número reflete uma transformação cultural: o cuidado deixou de ser tabu e passou a expressar identidade, autoconsciência e compromisso com a própria saúde.
Por trás das estatísticas, há algo que não se mede em gráficos: a mudança interior que ocorre quando o ato de se cuidar deixa de ser obrigação e se torna escolha. Nesse ponto, ele transcende o consumo e passa a falar de autoestima, vitalidade e propósito. Em meio à rotina acelerada e às cobranças de desempenho, a prática de se valorizar se transforma em uma pausa necessária, um instante para respirar, reconectar-se e preservar o corpo e a mente com mais leveza.
Os efeitos desse movimento ultrapassam o espelho, profissionais que se respeitam e cultivam segurança interior tendem a ser mais empáticos e consistentes, porque o bem-viver é a base de qualquer realização duradoura. Romper paradigmas é parte do amadurecimento, assim como as mulheres redefiniram sua relação com a beleza e o bem-estar, os homens começam agora a trilhar o mesmo caminho, com consciência e serenidade. Talvez a verdadeira potência masculina não esteja em suportar o peso do mundo, mas em permitir-se leveza, reconhecendo que há grandeza em quem decide nutrir o próprio corpo, a própria saúde e também o próprio sentir.
Cuidar não é vaidade, é presença. É respeitar o próprio corpo, reconhecer limites, desacelerar sem culpa, é entender que se sentir bem também é parte da força. O homem de hoje começa a compreender que autocuidado não é luxo, é um gesto de maturidade, uma maneira de permanecer inteiro, equilibrar o que se sente e, finalmente, viver com consciência e saúde.
10) A finalidade desse texto é
Que metrô tem mais estações no mundo?
O de Nova York. O sistema metroviário da maior cidade dos EUA conecta as pontas da metrópole em uma extensa, e levemente confusa, teia de aranha. Foi em Manhattan, em 1904, que os primeiros vagões começaram a funcionar, em um trajeto de 14 km. Duas linhas paralelas foram construídas a seguir. Essas três linhas tinham uma administração pública e privada, até que em 1953 o estado unificou o controle.
Frescos
O ar-condicionado foi instalado em 1950. Mas, como a manutenção era cara, ele só entrou em atividade pra valer em 1967. Hoje, todos os carros têm a comodidade.
Mordomias
Em 1994, o metrô ganhou catracas automáticas. Em 1997, ele adotou um bilhete único integrado ao ônibus. Em 2008, vieram as escadas rolantes que desaceleram quando não há ninguém subindo ou descendo.
É o único metrô do mundo que funciona por completo 24 horas por dia, todos os dias do ano.
11) O assunto desse texto é
Em 1994, o metrô ganhou catracas automáticas. Em 1997, ele adotou um bilhete único integrado ao ônibus. Em 2008, vieram as escadas rolantes que desaceleram quando não há ninguém subindo ou descendo.
12) Nesse texto, no trecho “... ele adotou um bilhete...”, a palavra em destaque significa
Guarda-chuva
Coloquei a mochila nas costas e corri para o ponto. Depois de passar dois minutos olhando para lá e para cá, aceitei que o ônibus já havia passado e eu teria que ficar ali por, pelo menos, meia hora de puro tédio.
Fui pegar o celular [...]. Tinha deixado em casa. Mas o guarda-chuva estava lá, me olhando ironicamente do fundo da bolsa, em mais um dia de sol em que ele me acompanhava. [...]
A verdade que ninguém quer enxergar é que ele, o [...] guarda-chuva, tem uma forte influência sobre os fenômenos da natureza. Experimente levá-lo num dia nublado e observe nenhuma gota cair do céu. [...]
A culpa só pode ser do [...] senhor inventor do guarda-chuva. [...] Para facilitar, vamos chamá-lo de Jacinto.
Jacinto colocou no mundo uma invenção que prometia salvar os cabelos arrumados e as roupas passadas, mas que não cumpre nada disso. Não venha falar que com você é diferente, porque eu sei: quando chove de verdade, pra valer mesmo, a única coisa que fica protegida pelo guarda-chuva é o miolinho do topo da sua cabeça. E olhe lá.
Quando bate um vento forte, o guarda-chuva vira ao contrário. Quando a água é intensa, o guarda-chuva fura. Quando duas pessoas se cruzam na mesma calçada, o guarda-chuva enrosca no outro e uma das pontas do tecido se solta da varetinha [...].
Mas a pior parte [...] é que nós não vivemos sem o guarda-chuva. Se ele quebra ou é esquecido em qualquer lugar, a gente compra outro [...]. Mesmo se estiver caro. Mesmo que seja para deixá-lo encostado atrás da porta. [...]
14) Em qual trecho desse texto há uma relação de causa e efeito?
De pessoa em pessoa
Hoje quero falar sobre um livro lindo que acabei de ler e me emocionou muito: “De pessoa em pessoa”, da Editora Paulinas. Escrito por Elisabete da Cruz (autora também de “Se eu pudesse nascer de novo”) e ilustrado por César Muñoz Moreno, o livro conta várias histórias de pessoas diferentes que se entrelaçam, e ainda permite a cada leitor fazer parte dessas histórias!
Você já pensou em tantas pessoas que você encontra pelo caminho todos os dias e em como elas mudam a sua vida ou a sua forma de ver o mundo? E já parou para simplesmente observar a paisagem pela qual você passa, aquela que está ali todos os dias ao seu redor? Com a pressa do dia a dia, muitas vezes não olhamos para o lado, ou olhamos sem prestar atenção. A vida corrida nos faz perder momentos, pessoas e até lugares… São tantas possibilidades, que bastaria um olhar mais atento para mudar tudo em nossa vida!
“De pessoa em pessoa” é um livro que nos faz OLHAR! Olhar para o outro; para o lugar em que estamos; para o nosso passado, presente e futuro; para quem está sempre ao nosso lado; para o nosso interior... Mas não um olhar rápido e qualquer… E sim um olhar atento e especial; sem permitir que nada nos tire o foco e nos impeça de viver aquele momento!
Esse é um livro que deve ser lido várias vezes, pois, a cada leitura, uma nova reflexão surge! E, a cada novo pensamento, somos transformados em pessoas melhores, mais atentas, preocupadas com o próximo e com o respeito ao outro… e, assim, podemos viver a vida em plenitude caminhando de pessoa em pessoa.
15) Esse texto é
A Princesa e o Labirinto
Era uma vez uma princesa chamada Isabel. Ela era linda e bondosa, mas também muito curiosa. Isabel passava seus dias lendo histórias de aventura e sonhando em viver uma delas.
Um dia, ela decidiu explorar o castelo e os jardins. Isabel caminhou por corredores e escadarias, admirando as belas pinturas e esculturas. Ela passou por uma porta secreta que levava a um labirinto no jardim. Isabel estava fascinada e decidiu entrar no labirinto para explorá-lo.
Isabel caminhou pelo labirinto, admirando as plantas e flores ao redor. Ela se perdeu no labirinto e começou a ficar preocupada. De repente, ela ouviu uma voz. Era uma fada que se apresentou como a guardiã do labirinto. A fada contou para Isabel que ela estava presa no labirinto e só poderia sair se encontrasse a chave da saída.
Isabel ficou animada com a ideia de uma aventura e decidiu procurar a chave. Ela seguiu as dicas da fada e caminhou pelo labirinto. Isabel encontrou várias dificuldades [...], mas ela não desistiu e continuou procurando.
Depois de muita busca, Isabel finalmente encontrou a chave da saída. Ela a usou para sair do labirinto e voltar para o castelo. Isabel estava muito feliz por ter vivido sua própria aventura e agradeceu à fada pela experiência.
A partir daquele dia, Isabel se tornou a princesa mais corajosa e aventureira do reino. Ela continuou explorando o castelo e os jardins, sempre buscando novas aventuras. E, assim, Isabel viveu feliz para sempre, nunca mais se esquecendo da sua aventura no labirinto.
16) Nesse texto, no trecho “Ela a usou para sair do labirinto...” (5º parágrafo), a palavra destacada substitui
A história de João e Din Din: pinguim resgatado visita seu salvador após 5 anos sem vê-lo
[...] Em 2011, João Pereira de Souza, morador de Ilha Grande, no estado do Rio de Janeiro, encontrou um pinguim [...] na praia perto de sua casa [...]. Nesse dia, João chegou em casa com a ave, a limpou e a alimentou com sardinhas. Já apegado ao bichinho, começou a chamá-lo de Din Din. Chegada a hora de devolver o animal à natureza, João o acompanhou até a praia para que ele voltasse ao mar. Entretanto, para sua surpresa, o pinguim resolveu ficar.
Em sua segunda tentativa de levar o animal de volta a seu habitat natural, João tentou soltá-lo em alto-mar. Na volta para casa, porém, Din Din já o esperava. Assim, os dois passaram cerca de 11 meses juntos. O idoso contou que quando o bichinho terminou o processo de troca de penas, voltou para o mar e passou meses fora. Até 2018, Din Din voltava na região e passava meses com João [...].
Durante cinco anos, João continuou indo à praia esperar pelo amiguinho, sem perder as esperanças de que voltaria a vê-lo. Para a surpresa dos moradores da comunidade da Praia do Provetá, região onde o idoso mora, em 2022, o animal retornou à casa de João. [...]
Emocionado, João afirmou: “Eu tenho um amor muito grande por ele [...] e ele também tem comigo. Eu nunca vi um bicho tão inteligente”. Durante anos, Din Din viajou mais de 8 mil quilômetros para reencontrar João, [...] comportamento que mostra que ele também vê João como um familiar. [...]
17) Nesse texto, o trecho “... começou a chamá-lo...” (1º parágrafo) é um exemplo de linguagem
Querida Talita,
Fiquei muito feliz em receber notícias suas! [...]
Como vai a escola? Espero que você esteja estudando direitinho e aprendendo bastante, pois é muito bom aprender.
Eu estudei muito na escola e hoje sou advogada! Eu trabalho e ainda estudo, pois meu sonho é ser juíza. Para isso, tenho que passar em uma prova muito difícil, mas [...] vai dar tudo certo.
Assim como você, tenho uma irmã chamada Mariana, que é minha grande amiga! Também tenho um irmão chamado Rodrigo [...]. Além da Mariana, tenho as melhores amigas Nataly e Aline! [...]
Gostei muito de saber sobre a sua cidade. Aqui, no Rio de Janeiro, está um clima bom, um pouco friozinho, mas sem chuva. Minha cidade é muito bonita, vou mandar uma foto para você ver o que tem aqui perto da minha casa. Também gostaria de receber fotos suas e da sua família.
Beijos e mais beijos da madrinha Juliana!
18) Esse texto é
Uma casa no parque
A saga da tartaruga
Naquele dia, chovia, chovia, chovia.
E atrás do atrás do baú das fantasias,
a nossa amada Dona Êmia
encontrou uma antiga fotografia.
Mas quem fo-to-gra-fa-ria e por que guar-da-ria
o retrato de um ovo? [...]
Preste bem atenção:
Dentro desse retrato empoeirado mora a incrível história
de uma casa que virou escola.
E, daquele ovo amarelo com ar de mistério,
Tcharan!
Nascia Uga, a tartaruga!
Hã? Hein? Quem?
A personagem principal dessa história, ora, ora, ora! [...]
19) Nesse texto, no verso “Naquele dia, chovia, chovia, chovia.” (1ª estrofe), a expressão destacada foi utilizada para
Mulher de 101 anos dança balé todo dia. “Me mantém jovem e feliz”
Dançar, movimentar o corpo e se divertir. Uma mulher de 101 anos revelou que seu segredo da longevidade, para se manter saudável, está no balé.
“Eu simplesmente amo dançar, sempre amei e sempre amarei. Aconselho qualquer um – e todos – a começar a dançar para manter o corpo e a mente jovens […] Eu não poderia viver sem dançar e acho que é isso que me mantém jovem e feliz”, contou Dinkie Flowers.
Ela é uma das mulheres mais velhas do Reino Unido. Ex-bailarina profissional, Dinkie começou a dançar aos três anos de idade. E até hoje ela dá aulas em sua escola de dança [...].
“Todos os dias eu vou dançar no estúdio. O trabalho que você faz mantém seu corpo flexível”, lembrou. [...]
“Eu simplesmente não poderia viver sem dançar. [...] É bom continuar mexendo o corpo, dobrando os joelhos e coisas assim.”
Ela diz que “ajudar as pessoas a dançar” é sua vida.
“Vejo pessoas sentadas o dia todo e lendo, mas é importante se levantar e seguir em frente, fazer alguma coisa.”
“Não importa quantos anos você tem. Você pode ter 30 ou 100 anos, mas desde que tenha movimento, estará em forma e bem.”
Dinkie fez sua estreia na TV alguns anos atrás, sapateando [...] aos 98 anos de idade.
21) De acordo com esse texto, Dinkie fez sua estreia na TV com quantos anos de idade?
Mulher de 101 anos dança balé todo dia. “Me mantém jovem e feliz” (Texto acima)
22) O assunto desse texto é
Livros: A Ilha Perdida – O clássico infantojuvenil de Maria José Dupré
[...] “A Ilha Perdida” é narrado em terceira pessoa e aborda as aventuras dos irmãos Henrique e Eduardo, de quatorze e doze anos, respectivamente, pelo interior do Estado de São Paulo. Os garotos da cidade grande foram passar as férias de verão na fazenda de seus padrinhos no Vale do Paraíba. Lá, a dupla de adolescentes conhece a história intrigante de uma ilha misteriosa localizada bem no meio do Rio Paraíba [...].
Depois de descobrirem uma velha canoa estacionada às margens do Rio Paraíba, Henrique e Eduardo decidem visitar [...] a tal ilha. Sem contar para ninguém sobre o itinerário do passeio [...], os dois garotos saem da fazenda dos padrinhos de manhãzinha [...] e partem em direção à Ilha Perdida. [...] Maravilhados com a natureza [...], eles passam o dia explorando o local. Contudo, Henrique e Eduardo se perdem na floresta e não conseguem mais voltar até a canoa, deixada em uma das prainhas da ilha. [...]
“A Ilha Perdida” tem pouco menos de 140 páginas que estão divididas em 16 capítulos. [...] O resultado de “A Ilha Perdida” é realmente impressionante. Este romance é impecável. Eu o li pela primeira vez na minha infância e ainda hoje, antes desta segunda leitura, me recordava de algumas passagens. [...]
23) A linguagem utilizada nesse texto é
O livro de Jô
I
Em 1968, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni (pra mim, Bonifácio), me convidou para uma conversa [...]. Boni tinha planos pra mudar os programas humorísticos na televisão brasileira [...]. Batemos um ótimo papo. No fim, ele me perguntou:
– Então, Jô, começamos em janeiro?
– Sim, só posso mesmo depois do final do ano, porque eu tenho contrato [...] até lá. [...]
A ideia era fazer um programa de humor juntamente com o fantástico comediante e escritor Renato Corte Real. [...]
Em 1967, o Walter Clark levou o Boni para ser diretor de programação [...]. Bonifácio nasceu em Osasco (SP), Walter nasceu em São Paulo, mas foi menino pro Rio. [...] Um dos segredos do Walter Clark para fazer o sucesso [...] foi ter dado proeminência aos programas de humor. Nesse ponto, o Boni era seu companheiro ideal, uma vez que ele também sabia como poucos da importância do riso na conquista de audiência, em pleno período de formação da nossa televisão. Aliás, o humor foi tão fundamental na história da TV que o comediante americano Milton Berle, conhecido como Mr. Television por ter sido, nas décadas de 1940 e 1950, o primeiro grande êxito do veículo nos Estados Unidos, chegava a dar oitenta pontos de audiência nas noites de terça-feira. [...]
Dois comediantes ajudaram muito a dupla Clark-Boni: o genial Chico Anysio, um dos pioneiros no uso dos recursos do videoteipe, e a impagável Dercy Gonçalves. Dercy [...] ficou amiga do Bonifácio para o resto da vida, e ele sempre foi grato à humorista. [...]
25) Esse texto pertence ao gênero autobiografia, pois o autor
Barbie
Confesso que quando tomei conhecimento do filme não tinha interesse em assistir, mas a publicidade foi tamanha que decidi consultar meu guru de filmes, que são os críticos do Adoro Cinema [...]. Quando criança, eu era apaixonada pela Barbie, e ver o filme me trouxe adoráveis lembranças. Cada detalhezinho perfeito foi uma viagem no tempo, e a Margot é simplesmente uma Barbie humana. [...] O filme tem ótimas atuações, uma mensagem tão forte, mas de uma forma leve. É muito engraçado, alguns exageros desnecessários, mas é só pra lembrar que é um filme de ficção, e não um documentário, então eles podem viajar o quanto quiserem. Sinceramente, quem não gostou não entendeu! É só um filme! Muito bem feito para o que está se propondo. [...] Amo a Barbie e amei o filme, novamente digo: engraçado, inteligente, reflexivo, excelentes atuações e bem nostálgico. [...]
26) Neste texto, no trecho “... então eles podem viajar o quanto quiserem.”, a palavra destacada tem o mesmo sentido de
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