Leia o texto abaixo.
O trem das águas
Bem lá dentro da Floresta Amazônica, onde as árvores são tão altas que chegam nas nuvens e as folhas da mata são tão grandes que poderíamos morar embaixo delas, vivia uma cobra gigante chamada Gil.
Quando caía a noite, os insetos faziam tanto barulho que a Cobra Gil acordava. Saía de seu buraco casa, espichava todo o corpo e dava um bocejo tão comprido, soltando um som tão grosso, que todos os bichos ficavam quietinhos de medo. Até a onça se encolhia em sua toca, apavorada. E a Cobra Gil, cansada de dormir, saía para dar seu rotineiro passeio noturno.
Quando os bichos percebiam que era Cobra Gil – a maior da floresta – que estava saindo para nadar, pediam para subir nas suas costas. Então ela nadava rio acima parecendo um trem, pois carregava pássaros, macacos, tucanos, sapos, besouros, cigarras, formigas e lagartos. Na cabeça iam os vaga-lumes iluminando o caminho. Os jacarés e os pescadores, quando viam aquele monstro com a cabeça iluminada e o corpo que piava, gritava, zumbia e coachava, diziam:
– Fujam! Fujam todos! Vem chegando o trem da assombração com a cabeça de fogo!
1. De acordo com esse texto, a onça
Leia o texto abaixo.
O trem das águas
Bem lá dentro da Floresta Amazônica, onde as árvores são tão altas que chegam nas nuvens e as folhas da mata são tão grandes que poderíamos morar embaixo delas, vivia uma cobra gigante chamada Gil.
Quando caía a noite, os insetos faziam tanto barulho que a Cobra Gil acordava. Saía de seu buraco casa, espichava todo o corpo e dava um bocejo tão comprido, soltando um som tão grosso, que todos os bichos ficavam quietinhos de medo. Até a onça se encolhia em sua toca, apavorada. E a Cobra Gil, cansada de dormir, saía para dar seu rotineiro passeio noturno.
Quando os bichos percebiam que era Cobra Gil – a maior da floresta – que estava saindo para nadar, pediam para subir nas suas costas. Então ela nadava rio acima parecendo um trem, pois carregava pássaros, macacos, tucanos, sapos, besouros, cigarras, formigas e lagartos. Na cabeça iam os vaga-lumes iluminando o caminho. Os jacarés e os pescadores, quando viam aquele monstro com a cabeça iluminada e o corpo que piava, gritava, zumbia e coachava, diziam:
– Fujam! Fujam todos! Vem chegando o trem da assombração com a cabeça de fogo!
2. No trecho “... pois carregava pássaros, macacos, tucanos, sapos, besouros, cigarras, formigas e lagartos.” (ℓ. 11-12), as vírgulas foram utilizadas para
Leia o texto abaixo.
Biotecnologia contra a seca
Produção agrícola e falta d’água nunca falaram a mesma língua, mas devem começar a se entender em breve. Pesquisadores brasileiros identificaram no café um gene capaz de tornar plantas resistentes à seca. Ele foi selecionado dentre 155 mil sequências genéticas que haviam sido decifradas em 2004.
Para verificar se o gene escolhido estava realmente relacionado à adaptação da planta ao estresse hídrico, as equipes de Marcio Alves Ferreira, do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Eduardo Romano, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), submeteram mudas da espécie Coffea arabica, a mais usada comercialmente, a longos períodos sem água. Eles observaram que, quanto mais seco ficava o ambiente, maior era a contribuição desse gene na proteção da planta.
O passo seguinte foi transferir o gene para uma planta de laboratório e testar nela essa característica. Nessa etapa, os resultados também foram positivos. “As análises mostraram que o gene não só confere a característica como pode transmiti-la às futuras gerações”, conta Ferreira.
O grupo adianta que pretende testar em campo a resistência à seca em plantas como soja, cana-de-açúcar e algodão, mudas mais fáceis e rápidas de serem manipuladas que o café. “Se responderem como a modelo, não deve demorar muito para que essas plantas cheguem ao mercado. Algo como de cinco a 10 anos”, estima Ferreira.
3. Qual é a informação principal desse texto?
Leia o texto abaixo.
Biotecnologia contra a seca
Produção agrícola e falta d’água nunca falaram a mesma língua, mas devem começar a se entender em breve. Pesquisadores brasileiros identificaram no café um gene capaz de tornar plantas resistentes à seca. Ele foi selecionado dentre 155 mil sequências genéticas que haviam sido decifradas em 2004.
Para verificar se o gene escolhido estava realmente relacionado à adaptação da planta ao estresse hídrico, as equipes de Marcio Alves Ferreira, do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Eduardo Romano, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), submeteram mudas da espécie Coffea arabica, a mais usada comercialmente, a longos períodos sem água. Eles observaram que, quanto mais seco ficava o ambiente, maior era a contribuição desse gene na proteção da planta.
O passo seguinte foi transferir o gene para uma planta de laboratório e testar nela essa característica. Nessa etapa, os resultados também foram positivos. “As análises mostraram que o gene não só confere a característica como pode transmiti-la às futuras gerações”, conta Ferreira.
O grupo adianta que pretende testar em campo a resistência à seca em plantas como soja, cana-de-açúcar e algodão, mudas mais fáceis e rápidas de serem manipuladas que o café. “Se responderem como a modelo, não deve demorar muito para que essas plantas cheguem ao mercado. Algo como de cinco a 10 anos”, estima Ferreira.
4. No trecho “... quanto mais seco ficava o ambiente, maior era a contribuição...” (ℓ. 9-10), as expressões destacadas indicam
Leia o texto abaixo.
Biotecnologia contra a seca
Produção agrícola e falta d’água nunca falaram a mesma língua, mas devem começar a se entender em breve. Pesquisadores brasileiros identificaram no café um gene capaz de tornar plantas resistentes à seca. Ele foi selecionado dentre 155 mil sequências genéticas que haviam sido decifradas em 2004.
Para verificar se o gene escolhido estava realmente relacionado à adaptação da planta ao estresse hídrico, as equipes de Marcio Alves Ferreira, do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Eduardo Romano, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), submeteram mudas da espécie Coffea arabica, a mais usada comercialmente, a longos períodos sem água. Eles observaram que, quanto mais seco ficava o ambiente, maior era a contribuição desse gene na proteção da planta.
O passo seguinte foi transferir o gene para uma planta de laboratório e testar nela essa característica. Nessa etapa, os resultados também foram positivos. “As análises mostraram que o gene não só confere a característica como pode transmiti-la às futuras gerações”, conta Ferreira.
O grupo adianta que pretende testar em campo a resistência à seca em plantas como soja, cana-de-açúcar e algodão, mudas mais fáceis e rápidas de serem manipuladas que o café. “Se responderem como a modelo, não deve demorar muito para que essas plantas cheguem ao mercado. Algo como de cinco a 10 anos”, estima Ferreira.
5. No trecho “‘... como pode transmiti-la às futuras gerações,...’” (ℓ. 13), o termo destacado refere-se à
Leia o texto abaixo.
O Corvo e a Raposa
O Senhor Corvo estava empoleirado num galho de árvore, com um pedaço de queijo no bico. Comadre Raposa aproximou-se, atraída pelo cheiro e cumprimentou alegremente o Corvo:
– Bom dia, Mestre Corvo! Como você está bonito! Acho que nunca vi ave mais bela. Francamente, se a sua voz é tão formosa como a sua plumagem, você é o rei dos pássaros.
Ouvindo esses elogios, o Corvo quase estourou de satisfação. E, querendo mostrar que nem mesmo uma bela voz lhe faltava, abriu o bico para cantar. O queijo caiu e mais que depressa a Raposa apanhou-o. Antes de ir saborear o petisco, disse:
– Caro compadre, aprenda que todo bajulador vive à custa de quem o escuta. Acho que esta lição vale bem um pedaço de queijo.
7. Por suas características, esse texto é
Leia o texto abaixo.
O Corvo e a Raposa
O Senhor Corvo estava empoleirado num galho de árvore, com um pedaço de queijo no bico. Comadre Raposa aproximou-se, atraída pelo cheiro e cumprimentou alegremente o Corvo:
– Bom dia, Mestre Corvo! Como você está bonito! Acho que nunca vi ave mais bela. Francamente, se a sua voz é tão formosa como a sua plumagem, você é o rei dos pássaros.
Ouvindo esses elogios, o Corvo quase estourou de satisfação. E, querendo mostrar que nem mesmo uma bela voz lhe faltava, abriu o bico para cantar. O queijo caiu e mais que depressa a Raposa apanhou-o. Antes de ir saborear o petisco, disse:
– Caro compadre, aprenda que todo bajulador vive à custa de quem o escuta. Acho que esta lição vale bem um pedaço de queijo.
8. De acordo com esse texto, a Raposa queria
Leia o texto abaixo.
O telefonema
Um homem telefona pra agência de viagem:
– Por favor, quanto tempo leva um avião pra Lisboa?
– Um minuto...
– Obrigado – e desligou.
9. (P050463E4) Esse texto é engraçado porque o homem
Leia o texto abaixo.
Zinho, o detetive
O Detetive Zinho estava em seu quarto arrumando suas coisas de detetive, quando ouviu um grito pavoroso:
– Aaaiiiii! [...]
Zinho quase se assustou. Mas aí lembrou-se de que um verdadeiro detetive não se assusta. Engoliu o susto em seco e pegou um desentupidor de pia que estava no corredor. Com o desentupidor debaixo do braço ele se sentiu mais confiante para enfrentar aquela ameaça terrível. E pôs-se a investigar de onde viriam os gritos.
– Aaaiiiii! [...]
Quanto mais descia a escada, mais pavoroso o grito ficava. E o detetive Zinho resolveu se armar de um tênis largado pelo irmão mais velho bem no pé da escada. [...]
– Aaaiiiii!
Passando pelo banheiro no corredor o detetive Zinho entrou. Pelo barulho que fez deve ter derrubado um monte de coisas lá dentro. E saiu armado de papel higiênico (pra amarrar o inimigo), uma escova de dentes (caso ele esteja com mau hálito) e um rodo (que podia ser usado como espada ou coisa assim).
Carregado com todos esses apetrechos o detetive Zinho ouviu novamente:
– Aaaaaahhhhhh!
O grito tinha ficado ainda mais pavoroso. E finalmente Zinho pôde identificar de onde vinha o grito: da cozinha. [...]
E chutou a porta da cozinha com tanta força que ela se abriu estrondosamente. Pôde ver então sua irmã mais velha em cima de uma cadeira. A irmã olhava para o lado e deu mais um grito horripilante:
– Socoorrooooo! [...]
O detetive Zinho tentou manter a calma. E reparou que sua irmã olhava para baixo. Estalou os dedos e concluiu brilhantemente:
– Ahá! O que está assustando minha irmã deve estar no chão! [...]
E foi então que ele chegou bem perto e pôde ver, ali no chão limpo da cozinha... uma barata.
12. O que fez com que essa história acontecesse é o fato de
Leia o texto abaixo.
Velozes, furiosos e brasileiros
Cientistas encontram, pela primeira vez no país, o fóssil de um megarraptor
Paleontólogos comprovam: os megarraptores, dinossauros carnívoros que se caracterizam por sua agilidade e pela presença de garras imensas, estiveram no Brasil. A constatação foi possível graças à descoberta de um fóssil de dinossauro na Bacia de Bauru, que fica na região de São José do Rio Preto, São Paulo. Até então, esses répteis só haviam sido encontrados na Argentina, na Austrália e no Japão.
A pista encontrada é uma vértebra da cauda do animal. “Como encontramos só um osso, é difícil ter mais informações sobre esse megarraptor”, explica o paleontólogo Fabiano Iori, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “O legal é saber que eles passaram por aqui e que, em breve, poderemos encontrar novos ossos”, adiciona.
Para saber quem era o dono da vértebra, os cientistas compararam o osso com fósseis de megarraptores encontrados em outros lugares e viram várias características em comum. [...]
Ainda não é possível saber a que espécie de megarraptor o osso pertence, mas Fabiano aposta que ele convivia com outros bichos na Bacia de Bauru. [...]
13. O trecho desse texto que apresenta uma opinião é:
Leia os textos abaixo.
Texto 1
O potencial das escolas
As escolas têm enorme potencial para a formação de lideranças e a construção de formas pacíficas de relação social e de promoção dos direitos de cidadania. [...]
O grêmio estudantil é a associação representativa dos estudantes. Sua existência é garantida por lei, mas sua fundação não deve corresponder ao cumprimento exclusivo de uma obrigação legal.
Considerar o estímulo à formação e à consolidação dos grêmios estudantis um processo pedagógico é assumir, por um lado, a formação política dos jovens, no sentido de participação no espaço público, buscando prepará-los para a vida democrática. Por outro lado, é assumir os alunos como membros da comunidade escolar, dando mais sentido e significado para seu estar na escola.
Texto 2
Como formar um grêmio estudantil?
1) O grupo interessado em formar o grêmio avisa à direção da escola, divulga a proposta e convida os alunos a formar a comissão pró-grêmio. Este grupo elabora uma proposta de estatuto que será discutida e aprovada em assembleia geral.
2) A comissão pró-grêmio convoca todos os alunos da escola para participar da assembleia geral. Nesta reunião os alunos decidem o nome do grêmio, o período de campanha das chapas, a data das eleições e aprovam o estatuto do grêmio, além de montar a comissão eleitoral.
3) Os alunos se reúnem e formam chapas para concorrer à eleição. A comissão eleitoral promove debates entre as chapas, abertos a todos os alunos.
4) A comissão eleitoral organiza a eleição. No final da apuração, a comissão pró-grêmio deve fazer uma ata da eleição, para divulgar os resultados.
5) A comissão pró-grêmio envia uma cópia da ata da eleição e do estatuto para a direção da escola e organiza a cerimônia de posse da diretoria do grêmio. A cada ano, reinicia-se o processo eleitoral, a partir do 3º passo.
14. Uma informação presente nesses textos é sobre
Leia o texto abaixo.
Culpa de menino
Logo depois que Tiago nasceu, seu pai cismou de plantar quatro pinheiros no sítio. Eles receberam nomes: Pinho, Pinhão, Pinhado e Pinhosão, o menor de todos, que tinha um caule magrinho, magrinho. Tiago cresceu, botou o pé no chão, os pinheiros também cresceram, espalharam as raízes na terra. Menos o Pinhosão, que continuava pequeno e magrinho, como era quando foi plantado.
Com o tempo, o menino começou a ficar intrigado com a insistência de Pinhosão em ficar pequeno e mirrado. Foi então que teve uma ideia: todos os dias, pela manhã, ele ia regar o pinheiro com o seu material líquido mais íntimo. Ou seja, o pipi. Ele pensava: Pinheiro começa com pi, então o meu pi-pi deve ser duas vezes bom.
Tiago regou durante dias, meses, um, dois, três, quatro anos, e o pinheiro... nada. Enquanto Pinho, Pinhão e Pinhado atingiam depressa muitos metros de altura regados apenas pela água da chuva, Pinhosão ficava lá, mirrado, coitado. Tiago passou a regá-lo também à noite. Apesar dos esforços e da teimosia do menino, nada aconteceu. Ao contrário: Pinhosão foi encolhendo, até que um dia estava morto. O menino sentiu-se culpado: seria ele um assassino de pinheiros e o pipi o seu cúmplice? Teve então a ideia de contar a história à sua melhor amiga e conselheira, Lelé, que era uma menina muito inteligente.
“Será que foi culpa minha?”, ele perguntou.
Ao que ela respondeu:
“Que besteira! Você sempre amou esse pinheiro. Em vez de culpa, você devia sentir satisfação: não é todo dia que um pinheiro é amado por um menino.” [...]
15. Nesse texto, o momento de maior tensão se dá com
Leia o texto abaixo.
Culpa de menino
Logo depois que Tiago nasceu, seu pai cismou de plantar quatro pinheiros no sítio. Eles receberam nomes: Pinho, Pinhão, Pinhado e Pinhosão, o menor de todos, que tinha um caule magrinho, magrinho. Tiago cresceu, botou o pé no chão, os pinheiros também cresceram, espalharam as raízes na terra. Menos o Pinhosão, que continuava pequeno e magrinho, como era quando foi plantado.
Com o tempo, o menino começou a ficar intrigado com a insistência de Pinhosão em ficar pequeno e mirrado. Foi então que teve uma ideia: todos os dias, pela manhã, ele ia regar o pinheiro com o seu material líquido mais íntimo. Ou seja, o pipi. Ele pensava: Pinheiro começa com pi, então o meu pi-pi deve ser duas vezes bom.
Tiago regou durante dias, meses, um, dois, três, quatro anos, e o pinheiro... nada. Enquanto Pinho, Pinhão e Pinhado atingiam depressa muitos metros de altura regados apenas pela água da chuva, Pinhosão ficava lá, mirrado, coitado. Tiago passou a regá-lo também à noite. Apesar dos esforços e da teimosia do menino, nada aconteceu. Ao contrário: Pinhosão foi encolhendo, até que um dia estava morto. O menino sentiu-se culpado: seria ele um assassino de pinheiros e o pipi o seu cúmplice? Teve então a ideia de contar a história à sua melhor amiga e conselheira, Lelé, que era uma menina muito inteligente.
“Será que foi culpa minha?”, ele perguntou.
Ao que ela respondeu:
“Que besteira! Você sempre amou esse pinheiro. Em vez de culpa, você devia sentir satisfação: não é todo dia que um pinheiro é amado por um menino.” [...]
16. De acordo com esse texto, o pinheiro que destoou dos outros foi o
Leia o texto abaixo.
Exposição exibe inseto gigante e corrida de baratas
Já imaginou um zoológico só de insetos? É mais ou menos esse o espírito da exposição “Planeta Inseto” [...].
Dessa vez, o público vai dar de cara com um besouro gigante. Com 22 centímetros de comprimento quando adulto, o Titanus giganteus é maior que alguns carrinhos de brinquedo. Ele chega a pesar 70 gramas, o que o faz ser considerado o maior inseto do mundo em termos de volume.
Popularmente, esse besouro é conhecido como “serra-paus”, porque é capaz de cortar com as mandíbulas um lápis de madeira.
Os insetos mostrados ali não estão empalhados, mas vivos e em atividade. Será possível ver, por exemplo, as lagartas do bicho-da-seda elaborando o fio que é usado para fazer roupas.
Nessa espécie de zoológico, tem ainda formigas, abelhas e cupins, que formam um importante grupo de insetos na reciclagem de material orgânico.
E se você gosta de apostas, vai poder botar fé em uma das baratas que disputam corrida num “baratódromo”.
17. A informação principal desse texto é
Leia o texto abaixo.
Exposição exibe inseto gigante e corrida de baratas
Já imaginou um zoológico só de insetos? É mais ou menos esse o espírito da exposição “Planeta Inseto” [...].
Dessa vez, o público vai dar de cara com um besouro gigante. Com 22 centímetros de comprimento quando adulto, o Titanus giganteus é maior que alguns carrinhos de brinquedo. Ele chega a pesar 70 gramas, o que o faz ser considerado o maior inseto do mundo em termos de volume.
Popularmente, esse besouro é conhecido como “serra-paus”, porque é capaz de cortar com as mandíbulas um lápis de madeira.
Os insetos mostrados ali não estão empalhados, mas vivos e em atividade. Será possível ver, por exemplo, as lagartas do bicho-da-seda elaborando o fio que é usado para fazer roupas.
Nessa espécie de zoológico, tem ainda formigas, abelhas e cupins, que formam um importante grupo de insetos na reciclagem de material orgânico.
E se você gosta de apostas, vai poder botar fé em uma das baratas que disputam corrida num “baratódromo”.
18. No trecho “Os insetos mostrados ali não estão empalhados,...” (ℓ. 9), a palavra destacada indica
Leia o texto abaixo.
19. Nesse texto, nas expressões “Sééério!” e “Noooossa!”, as vogais foram repetidas para
Leia o texto abaixo.
Menor tamanduá do mundo vive no Brasil
Ele tem 45 cm e é encontrado em matas tropicais
■ Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d’água no Cerrado, nas áreas mais próximas à Amazônia.
Com cerca de 45 centímetros de comprimento e pesando não mais que 400 gramas, o Cyclopes didactylus – como a espécie foi batizada pelos cientistas – é o menor de todos os tamanduás!
Animal de pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado, o tamanduaí tem olhos redondos e pretos. Suas orelhas são tão minúsculas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.
Desmatamento é ameaça
■ Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal pode ser prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são o seu lar.
20. O objetivo desse texto é
Leia o texto abaixo.
Menor tamanduá do mundo vive no Brasil
Ele tem 45 cm e é encontrado em matas tropicais
■ Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d’água no Cerrado, nas áreas mais próximas à Amazônia.
Com cerca de 45 centímetros de comprimento e pesando não mais que 400 gramas, o Cyclopes didactylus – como a espécie foi batizada pelos cientistas – é o menor de todos os tamanduás!
Animal de pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado, o tamanduaí tem olhos redondos e pretos. Suas orelhas são tão minúsculas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.
Desmatamento é ameaça
■ Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal pode ser prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são o seu lar.
21. No trecho “... que ficam escondidas no meio da densa pelagem,...” (ℓ. 7-8), a palavra destacada retoma
Leia o texto abaixo.
Menor tamanduá do mundo vive no Brasil
Ele tem 45 cm e é encontrado em matas tropicais
■ Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d’água no Cerrado, nas áreas mais próximas à Amazônia.
Com cerca de 45 centímetros de comprimento e pesando não mais que 400 gramas, o Cyclopes didactylus – como a espécie foi batizada pelos cientistas – é o menor de todos os tamanduás!
Animal de pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado, o tamanduaí tem olhos redondos e pretos. Suas orelhas são tão minúsculas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.
Desmatamento é ameaça
■ Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal pode ser prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são o seu lar.
22. De acordo com esse texto, o tamanduaí pode ser prejudicado com o desmatamento porque
Leia o texto abaixo.
Menor tamanduá do mundo vive no Brasil
Ele tem 45 cm e é encontrado em matas tropicais
■ Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d’água no Cerrado, nas áreas mais próximas à Amazônia.
Com cerca de 45 centímetros de comprimento e pesando não mais que 400 gramas, o Cyclopes didactylus – como a espécie foi batizada pelos cientistas – é o menor de todos os tamanduás!
Animal de pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado, o tamanduaí tem olhos redondos e pretos. Suas orelhas são tão minúsculas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.
Desmatamento é ameaça
■ Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal pode ser prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são o seu lar.
23. A expressão “Cyclopes didactylus” (ℓ. 4-5) é um exemplo de linguagem
Leia o texto abaixo.
Memória
Há pouco tempo atrás,
aqui havia uma padaria.
Pronto – não há mais.
Há pouco tempo atrás,
aqui havia uma casa,
cheia de cantos, recantos,
corredores impregnados
de infância e encanto.
Pronto – não há mais.
Uma farmácia,
uma quitanda.
Pronto – não há mais.
A cidade destrói, constrói,
reconstrói.
Uma árvore, um bosque.
Pronto – nunca mais.
24. (P060185B1) Esse texto é um
Leia o texto abaixo.
Elas só pensam em trabalho!
Desde que nascem, as pequenas formigas estão sempre muito ocupadas.
Ordeiras, trabalhadoras e muito antigas. Assim são as formigas. Este inseto tão pequenininho existe há mais de 100 milhões de anos e está em toda parte; nas ruas, nos jardins e até nas casas das pessoas.
Organização é com elas mesmas! Em um formigueiro, podem viver centenas e até milhares de formigas juntas. Mas lá dentro não há confusão. Cada uma sabe muito bem o que tem de fazer. Elas se dividem em duas funções: a de operária e a de soldado. As operárias tomam conta dos bebês-formigas, fazem a limpeza da casa e vão atrás da comida. Já as formigas-soldados guardam a entrada do formigueiro sem descanso.
Para se comunicar umas com as outras, as formigas usam um método curioso: trocam cheiros.
Quando uma operária descobre o alimento, por exemplo, marca o lugar com um cheiro e, assim, faz uma trilha fácil de ser seguida por outras formigas.
26. O assunto desse texto é
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